Quando as lágrimas querem descer,engulo a seco como se isso fizesse passar a dor,
mas,sempre vai ter mais alguma coisa pra me entristecer,
pra me chatear,me magoar.Nessa hora elas vão insistir em cair,mas eu vou forçar um sorriso que irá sufocá-las ainda mais dentro do meu peito.E então,quando não mais aguentar a dor inrustida eu vou tropeçar,me machucar fisicamente,ou vai acontecer qualquer outra coisa boba,que vai enfim,liberar meu choro.vou chorar como uma criança em desespero,e depois sentir uma sensação de alívio indescritível.Podem pensar que sou mimada depois que isso acontecer,pois as pessoas estão sempre a julgar,mas ninguém nunca sabe de fato o que acontece com o outro,então pouco me importa,e então já terei esvaziado meu coração,pra depois reprimi-lo novamente.

Prefiro o silêncio!


“As palavras são muito traiçoeiras!” Caio Fernando Abreu


Palavras que machucam ou que acalmam,palavras que mentem e te fazem sofrer,palvras que te envolvem numa ilusão genuína.
Palavras,que distorcem uma imagem,palavras que dizem muito,palavras que dizem nada.As prefiro na forma escrita do que na forma falada.

No entanto,pra muitos,aqueles com bom traquejo,é indispensável o seu uso.
Mas há aqueles que como eu se amedrontam em ter que usá-las,
pois já foram deveras mal entendidos.
Por isso optamos pelo silêncio,mas aquele que nos faz entender,aquele que nos expressa,optamos pelo eloquente silêncio.